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Saúde

 

Na Saúde, Papa mais que duplicou os investimentos, passando de R$ 70 milhões em 2004 para R$ 187 milhões em 2011. Prova disso é que em 2010 Santos conquistou a liderança entre os municípios paulistas com população superior a 400 mil habitantes que mais destinam recursos per capita à saúde e educação, conforme a Aequus Consultoria, publicada na revista Finanças dos Municípios Paulistas.

A saúde santista avançou com a conclusão e início das operações do Complexo de Saúde da Zona Noroeste e a ampliação e modernização da rede municipal: de 21 passou a ter 31 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e de 2 para 15 equipes de saúde da família.

Outra herança positiva foi criação de novos serviços, tais como: Centros de Especialidades Odontológicas e de Saúde Auditiva, Farmácias Populares, Programa de Saúde da Família, Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e Remédio em Casa, obtendo 70% de aprovação dos serviços oferecidos.

Com a compra do Hospital dos Estivadores em 2011, Papa fez um investimento fundamental para solucionar um dos graves problemas da região: a falta de leitos hospitalares. A unidade, que durante décadas atendeu a população da Baixada Santista, estava fechada e foi adquirida do INSS por R$ 13,4 milhões. Atualmente, passa por reforma geral.

Serviço de qualidade e atendimento humanizado foram marcas da saúde durante o governo Papa, que criou o projeto Caminhos da Cidadania, para atender usuários de drogas, enfrentando essa questão delicada e tão atual.