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“Preservar a previdência respeitando os trabalhadores”

*Por João Paulo Papa

É preciso preservar e manter a previdência para as atuais e futuras gerações. Ajustes são precisos e devem ter a necessária sensibilidade.
Sou contrário à proposta de reforma, principalmente aos seguintes pontos:

• Idade mínima de 65 anos para aposentadoria;
• Equiparação de idade entre homens e mulheres para aposentadoria;
• Regra de transição sugerida na proposta;
• Possibilidade de a pensão por morte ou do Benefício de Prestação Continuada (aquele pago para pessoas com mais de 65 anos que não contribuíram com a previdência ou deficientes físicos) ser menor que o salário mínimo;
• Regras apresentadas para a aposentadoria rural.

O tema é sensível e complexo, por isso é fundamental debatermos esse assunto, principalmente sobre outros pontos que não ressaltei acima. Tenho feito isso. Busco a opinião de especialistas e técnicos da área e, também, da sociedade, seja neste importante contato por meio das Redes Sociais, ou ouvindo aqueles que representam os trabalhadores, como fiz no último dia 6 de março, quando estive reunido com presidentes de diversos sindicatos da Baixada Santista para colher sugestões em relação ao tema (veja mais aqui: https://goo.gl/z1xsRn). Também falei da minha opinião sobre a reforma em entrevista ao Jornal A Tribuna de 30 de janeiro deste ano (http://www.joaopaulopapa.com.br/em-entrevista-papa-fala-sobre-reformas/).

João Paulo Papa é deputado federal pelo PSDB-SP