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Educação

Filho e neto de educadores, Papa, que também foi professor e diretor de escola, fez da Educação a razão de ser do seu governo em Santos. E essa experiência ele quer espalhar agora para toda a Baixada Santista, proporcionando mais acesso e ensino de melhor qualidade.

Um dos grandes avanços foi a educação em tempo integral, projeto inovador que se tornou referência para o País, modelo para o Ministério da Educação e conferiu a Santos o título de Cidade Educadora, da Associação Internacional de Cidades Educadoras, sediada na Espanha.

Com o programa Escola Total/Jornada Ampliada, 10 mil estudantes do Ensino Fundamental passam dois períodos na escola. Além de ficar longe dos perigos das ruas, com as atividades educacionais, culturais e esportivas planejadas, os alunos são preparados para os desafios do mundo moderno e incorporam valores como a ética e o respeito ao meio ambiente. Como resultado o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), em 2011, ficou acima da média nacional na rede municipal de ensino.

 

Centros de Atividades Integradas

A Prefeitura de Santos construiu modernas escolas e ampliou outras, entregando o total de 15 novas unidades de ensino em várias regiões da Cidade. Para tanto, adquiriu espaços em locais estratégicos, a Escola Americana, no Morro da Nova Cintra; e os colégios José Bonifácio e Santista, na região central, além do terreno na Vila Mathias para a construção do segundo Centro de Atividades Integradas (Cais), espaço exclusivo para as atividades extracurriculares do Escola Total e que ainda atende à comunidade local. O primeiro Cais foi instalado no Colégio Santista.

Investimentos são essenciais para a educação e, à frente da Prefeitura, Papa ampliou o orçamento destinado à área em 66,8%, o que colocou Santos na primeira posição entre os municípios com mais de 400 mil habitantes do Estado de São Paulo que mais recursos per capita aplicaram em educação.

Outras ações fundamentais para a revolução na educação santista foram a promoção de concursos públicos para atender a demanda de estudantes, a valorização dos profissionais com um Plano de Magistério e de Carreiras dignos de sua importância, o fim do déficit de vagas em creches, a melhoria do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que fez 88% das escolas municipais atingirem ou ultrapassarem as metas do Ministério da Educação e o acesso e a inclusão de mais de 2 mil alunos com deficiência na rede pública de ensino.

Com Papa, o ensino santista cresceu e ganhou qualidade graças à ampliação dos investimentos na área em 66,8%, levando Santos a se destacar como a cidade do Estado com mais de 400 mil habitantes que mais destinou recursos per capita à educação.

 

Criação de 15 escolas

A rede municipal foi ampliada em mais 15 unidades – praticamente duas por ano – em áreas importantes para a população. São elas: Dos Andradas I e II (Aparecida), Deputado Rubens Lara (Morro Nova Cintra), Padre Waldemar Martins (Macuco), Esmeraldo Tarquínio (Bom Retiro), José Bonifácio, Irmã Maria Dolores, Cais Vila Mathias e Cais Colégio Santista (Centro), Padre Lúcio Floro (Morro José Menino), João Papa Sobrinho (Gonzaga), Noel Gomes Ferreira (Área Continental), Castelo e Claudia Helena (Zona Noroeste) e Padre Francisco Leite (Marapé).

Essas medidas foram fundamentais para Santos conquistar em 2008 o título ‘Cidade Educadora’, conferido pela Associação Internacional das Cidades Educadoras, com sede na Espanha

 

Destaques:

  • Em 2013, com base em dados de 2010, Santos ficou entre as três melhores cidades do Brasil em desempenho na educação, segundo o Índice de Desenvolvimento Humano dos Municípios, da ONU (Organização das Nações Unidas).

 

  • Em 2007, o Município recebeu o selo de Cidade Livre do Analfabetismo, do Governo Federal.